Nneka em Igbo, língua da população que vive na zona oriental da Nigéria, significa “mãe suprema”. Nneka, que hoje vive entre a Nigéria (país do pai) e a Alemanha (país da mãe), ganhou notoriedade em 2008, com o seu segundo disco No Longer At Ease.

Chama a atenção do público o teor político das letras escritas por Nneka, quase todas focadas nos problemas ligados à vida cotidiana da população da região de Warri, onde ela nasceu; da corrupção ligada à politica à violência contra as mulheres.

Em março, sai o novo disco da cantora, “My Fairy Tales”, mas é uma musica de No Longer at Ease que uso como cartão de visitas, porque uma força assim não é fácil de encontrar em qualquer outro lugar. Um pedaço da letra diz mais ou menos assim:

“Consegue sentir que o meu coração está batendo; consegue ver a dor que está causando. Sangue, sangue, sangue… O sangue está escorrendo. Eludido, eliminado, cancelado, interrogado; a nossa tradição, o nosso amor pelos nossos amigos compatriotas. A nossa propriedade, os nossos recursos, o nosso orgulho”.

 

Janaína Ávila

Janaína Ávila

Boa notícia de Janaína Ávila (pra mim, Jana Bebê: adoooro!), q tbem assina especialmente este post, com a cantora e compositora Nneka. A jornalista, radialista, blogueira e agitadora cultural (hoje residindo em Gressoney, Itália) reedita, no Facebook, o programa q deliciava milhares de fãs de carteirinha dela, através da Rádio Universidade FM, quando Janaína morava em Londrina. Clique e siga Mundo Sonoro (https://www.facebook.com/mundossonoro?fref=ts).

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