birki

Passei anos querendo um par dessas birkis. Provei várias. Tão bacanas de se ver nos pés das garotas, tão estranhas em mim… Até encontrar este modelo de oncinha, oooh… “Re, leva, no mínimo, pra usar no ateliê!”(vozinha interior).

Volto pro ateliê animada, mas, não consigo pintar. A birki me dá um certo trabalho. Como a forma é larga, o pé dança, pisa nas laterais duras e dói. Quando acerto os passos,  ouço pflom, pflum, pflium… q só param se eu não andar. Volume 3, bem audível rs.

Facebook na alegria e na tristeza, certo? Na pressa de postar esta minha desventura, troco o nome da birki por croc, (parente, né?, mesmo design de solado, só com capota fechada rs. Uma amiga na Itália me corrige rss), enquanto penso q vou me livrar dela (não da amiga, claro, amo a Janaína). Muitas curtidas e muitas risadas. E uma pequena chuva de comentários animadores! Descubro homens e mulheres q não abrem mão de crocs e birkis, e q ambos os modelos produzem o mesmo som de… pum. Um amigo na Inglaterra até se oferece pra trazer, numa vinda ao Brasil, uns pares das Birkenstocks alemãs originais, q graça!

Cá estou, pintando normalmente, birkis nos pés, já peguei o jeito de andar e os puns não incomodam com som bacana rolando. Nada como um dia após o outro. E, numa próxima desventura, já sei: Facebook! rsss

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2 comentários

  1. Ainda não arrisquei adquirir uma Birkis…
    Inspirada em sua ‘desventura’ rss até vou experimentar uma…
    bjs