Numa pintura, não há certezas. A gente tenta conduzir o processo, mas é conduzido também. Um embate permanente, que vai se revelando. O que falta, o que sobra… Lembro sempre do que disse a arte educadora Fayga Ostrower: “o momento de parar é da maior importância. É um momento de paz interior”. Mas, saber quando parar também é um processo de descoberta… Este díptico de telas, no caso, terminou assim.

Cópia de Plaza del Sol jantar

 

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