Tô tentando voltar, depois de ficar ausente desde o último dia 4. Não foi por falta do que dizer, foi por excesso. Sabe aquela fase em que você quer fazer mais, dizer mais, viver mais, ir além, livrar-se de alguns vícios (o cigarro, inclusive), e, na hora de marcar o x nas opções corretas, pinta uma confusão daquelas?!

Pois é.

Então, passei estes últimos dias convivendo com essa virose bravíssima que escapou da vacina de gripe e circula livre e solta por aí. Depois, emendando, veio uma dor de dente (que coisa mais fora de moda!), tipo recomendando que eu precisava ficar de molho mais um pouco ainda.

Que bom. Assim, de molho, os guardados no sótão do pensamento vão chegando, de fininho, e se instalam e… é hora de se olhar por dentro. No meu caso, a revista tem sido geral: por dentro e por fora, também, há um bocado de coisas a serem feitas.

Enquanto isso, no atelier, tenho me debruçado sobre trabalhos menores, mais intimistas. Mas, nem por isso, menos coloridos. Em momentos mais cinzas, nada melhor que usar todos os trunfos da cartela inteira de cores!

Vamos nos falando…

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4 comentários

  1. ….e o cigarro eu deixei há 1 ano…. e quando vi, aconteceu no 30 de julho, data em que papai partiu…. em 1978…. e aí foi que parei, sem mais nem menos, sem remédios….

  2. Instantes…. que fazem bem. Recuperam, revigoram. Corpo e alma. bjs.