Fiz este desenho em traços rápidos, me lembrando do Mário Quintana (1906-1994). O jornalista e poeta das coisas simples, mas que traduziu Proust e Virginia Woolf. Não tenho esquecido: todo ano, 30 de julho, lembro a data de nascimento dele.

Gosto de festejar o nascimento dos que gosto, mesmo dos que já se foram.

Lá pelas tantas, sozinho, pobre e morando de favor num quartinho, quando perguntado sobre como se sentia, produziu esta pérola: “Eu moro em mim mesmo”. A frase sempre fez eco em mim…

De uma autenticidade desconcertante, produziu, na verdade, milhares de pérolas, de longos poemas a pílulas do tipo “Amizade – quando o silêncio a dois não se torna incômodo”, e “Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação”…

Note: I made this drawing inspired by one of Brazil’s greatest poets, Mario Quintana, who was born on July 30, 1906. 

Deixar uma Resposta

2 comentários

  1. Alessandra Pajolla

    Quintana tem o poder de iluminar e você, com usa alma de artista, transforma essa luz em imagem…cada dia curtindo mais o seu blog….um beijo grande querida e obrigada pelo presente…..